O chefe da Arm afirmou na segunda-feira (7) que a capacidade computacional atual ainda não permite modelar como um marcador de DNA é afetado pelo câncer.
A declaração trata de uma aplicação de inteligência artificial para pesquisa biomédica. A Arm desenha arquiteturas de semicondutores, e o executivo relacionou o limite de processamento a essa etapa de simulação.
A fala se restringe à modelagem para pesquisa e não representa a apresentação de cura, tratamento ou resultado clínico comprovado contra o câncer.
Na avaliação atribuída ao executivo, computadores vão resolver essa barreira no futuro. Por enquanto, a inteligência artificial permanece como ferramenta para investigar a relação entre câncer e marcadores de DNA antes de qualquer aplicação terapêutica.
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