O Judiciário do Irã informou no sábado (19) a execução de Hossein Pedaran, condenado sob acusações de espionagem e cooperação de inteligência com Israel.
A agência Mizan, ligada ao Judiciário iraniano, afirmou que Pedaran foi enforcado após a Suprema Corte do país manter a pena de morte. Segundo a agência, a condenação envolveu o repasse de informações sobre locais militares confidenciais na província de Isfahan ao Mossad, serviço de inteligência de Israel, em troca de ganho financeiro.
A versão divulgada pelo Judiciário iraniano relaciona o caso à chamada guerra de 12 dias entre Irã e Israel. A acusação de espionagem e o suposto repasse de informações permanecem atribuídos à Mizan, sem detalhes públicos sobre as provas apresentadas no processo.
Em 2 de maio de 2026, as autoridades iranianas já haviam anunciado a execução de Yaghoub Karimpour e Naser Bakrzadeh, também condenados por acusações de espionagem para Israel. O novo caso ocorre em meio à escalada de segurança entre os dois países.
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