Oliver Sykes tem apresentação prevista no Rock in Rio para sábado (5), no Palco Mundo, e chega ao festival com vínculos brasileiros que incluem casamento, períodos de residência, CPF e registro migratório.
Vocalista do Bring Me The Horizon, o músico britânico é casado com a brasileira Alissa Salls. Em 2021, Sykes publicou nas redes sociais a frase “eu sou brasileiro agora!” e mostrou uma Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM) e um CPF. Os documentos, porém, não equivalem a um ato de naturalização.
Turnês e casamento aproximaram Sykes do Brasil
Fundado em 2004, o Bring Me The Horizon fez sua primeira passagem noticiada pelo Brasil em 2011 e retornou em 2016. Em julho de 2017, Sykes e Alissa trocaram alianças, um ano depois daquele retorno da banda.
Em 2025, o casal anunciou a chegada de gêmeos, ampliando os laços familiares do cantor com o país. Os nomes e outros dados pessoais das crianças não são necessários para compreender essa relação.
De Taubaté a Ubatuba, músico mantém ligação com São Paulo
Em 2021, além de mostrar CRNM e CPF, o cantor informou ter comprado uma casa na região de Taubaté e ter vivido ali naquele período. Em 31 de agosto de 2026, Sykes foi apresentado como morador de Ubatuba, também no estado de São Paulo.
A sequência indica períodos distintos de residência e não permite concluir que os dois locais sejam endereços simultâneos ou permanentes. Também não há vínculo específico documentado com Piracicaba.
Documentos não têm o mesmo efeito de uma naturalização
A CRNM identifica e registra migrantes no Brasil, enquanto o CPF é um cadastro fiscal. Nenhum dos dois documentos, isoladamente, comprova cidadania brasileira. Não há ato oficial de naturalização de Sykes entre os registros divulgados.
Na prática, o casamento, a família, as temporadas no interior de São Paulo e a convivência com o país explicam a declaração feita pelo cantor em 2021. Juridicamente, porém, esses vínculos permanecem distintos de nacionalidade e cidadania.



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