O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou na terça-feira (8) o Anuário do Vinho 2026, com indicadores de 2025 que reúnem produção, empregos, registros de vinícolas e comércio exterior da bebida no país.
A publicação registra volume declarado superior a 300 milhões de litros de vinho e 7.361 empregos diretos em 2025. No mesmo período, as importações somaram 165,66 milhões de litros, enquanto as exportações brasileiras alcançaram 7,35 milhões de litros.
Importações superam exportações em mais de 22 vezes
Em 2025, o país importou 165,66 milhões de litros e exportou 7,35 milhões de litros. A diferença é de 158,31 milhões de litros; em volume, as compras externas foram cerca de 22,5 vezes maiores que as vendas brasileiras ao mercado internacional.
Os indicadores medem aspectos distintos da cadeia: a produção declarada ultrapassou 300 milhões de litros, enquanto os números de importação e exportação retratam o fluxo comercial registrado no ano.
Rio Grande do Sul concentra maior número de vinícolas e registros
O Brasil tinha 965 vinícolas registradas no Mapa em 2025, distribuídas por 327 municípios. O Rio Grande do Sul reunia 600 estabelecimentos, seguido por Santa Catarina, com 102, e São Paulo, com 86.
Os registros do Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro) contabilizavam 16.258 vinhos. O Rio Grande do Sul liderava com 10.855 registros; Santa Catarina tinha 1.898 e São Paulo, 1.413.
Publicação reúne indicadores para acompanhar a cadeia
Segundo o Mapa, a edição de 2026 é a primeira publicação específica dedicada à cadeia produtiva do vinho e reúne dados sobre estabelecimentos, produtos, produção, emprego e comércio exterior. O anuário passa a integrar os levantamentos do ministério sobre diferentes segmentos de bebidas.



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